Energia limpa e o carro do futuro - Hidrogênio

21 | julho | 2008 em Categoria Geral, Mercado, Tecnologia

Olá amigos do Autoblog.

No post anterior citei muitos pontos positivos do uso da energia elétrica em automóveis e este post irá falar sobre o hidrogênio, uma forma de energia limpa que podemos utilizar para mover nossas massas automobilistas, não só como fonte única, mas também como auxiliar para se obter energia ou redução de consumo de gasolina/álcool/diesel.

Primeiro vamos conhecer um pouco sobre o hidrogênio. Este elemento que tem seu nome formado dos termos água + gerar é representado na tabela periódica com a letra H. Em temperatura ambiente o hidrogênio é um gás diatômico (H2) inflamável, sem cor alguma, e insolúvel em água, Ele é o elemento químico mais abundante do Universo, portanto se juntarmos ao fator já citado que é um gás inflamável, ele merece destaque por ser mais um formador de energia.

Então quando falamos de hidrogênio, falamos em H2, mas ao ver esta sigla, ninguém lembra de nada? Sim o Hummer, no caso o modelo H2, um dos veículos movidos a gasolina mais gastões de nossa época, logo um dos mais poluentes. Mas este jipão também tem uma versão movida a hidrogênio. Ele é apenas um veículo experimental, mas quem sabe venha a ser o futuro daqui a alguns anos, um Hummer que ao invés de poluir, solta vapor da água de seu cano de descarga.

Mas para quem pensa que os geradores de hidrogênio são novidade, se engana, pois já existem várias pesquisas sobre o uso deste elemento como combustível ou como ajudante na diminuição de consumo de outro combustível. Tanto que já existem kits para a venda e ajuda neste controle de consumo. Mas estes kits são caros? Muito pelo contrário, por se tratar de um sistema simples (mas ao mesmo tempo caseiro) eles se tornam baratos. Vou fazer uma breve explicação sobre o kit: temos basicamente um recipiente pequeno de água, onde é adicionado um catalisador, como por exemplo, bicarbonato de sódio, e algumas placas de aço inoxidável. Todo este material fica conectado na bateria do carro para fornecer eletricidade. Então quando água + catalisador + aço + energia se unem formam um processo onde se consegue extrair dois gases da água, o oxigênio e o hidrogênio. Após esta divisão, o gás deve ser enviado para a admissão do veículo, sendo assim não teremos apenas oxigênio entrando no motor para efetuar a queima do combustível e sim oxigênio + hidrogênio. Com essa mistura obtemos uma queima muito mais forte, o que leva o seu motor a ter um rendimento de potência elevado e um consumo menor de gasolina.

Após esta brincadeira de química, irei explicar como este processo acontece e como se chama. Basicamente o exemplo acima explica como funcionam as células de combustível, onde através de um processo químico conseguimos uma melhor forma de aproveitamento de energia para um motor à combustão, ou ainda para obtermos energia elétrica, que já teve seu uso explicado no post anterior. Sendo assim, não precisamos mais da tomada de casa para abastecermos nossos carros elétricos, afinal ainda existem geradores de energia que utilizam diesel, carvão, etc. Abaixo confira um exemplo de célula de combustível que forma energia:

Tecnologia embarcada

04 | junho | 2008 em Segurança, Tecnologia

Olá amigos do Autoblog.

Este post será dedicado à eletrônica e toda tecnologia que hoje temos embarcada em nossos carros.
Quando eu falo em eletrônica não me refiro apenas à injeção eletrônica que muito evoluiu desde o seu lançamento, com o Cadillac Seville ou com o fracassado projeto da Chrysler em 1958, mas sim de coisas que usamos ou sonhamos no dia-a-dia.
Começo falando das lanternas traseiras. Quem já não tomou uma multa por estar com um farol ou pisca queimado? Este é um fato comum que acontece porque as lâmpadas convencionais usam filamentos que geram calor e assim cria-se a luz. Mas este acende e apaga e com condições diferentes de temperatura, somados à trepidações fazem com que a mesma se queime. Mas onde entra a tecnologia nesta história? Entra nos tão usados LEDS.
Tão usados LEDS? Mas o que são LEDS? Resumidamente LED é a sigla para Light Emmiting Diod, ou diodo emissor de luz. Este sistema não usa mais filamento interno para gerar luz e sim a eletricidade que é transmitida entre os pólos (Anodo+ e Cátodo-). Essa energia forma uma espécie de “faísca” que emite luz. Sendo assim um LED é quase impossível de queimar.

Voltando às lanternas, os LEDS emitem a mesma luz do que uma lâmpada normal (dependendo o modelo e a configuração dos mesmos), acendem mais rápidos, são menores e consomem menos energia. Por isso são o futuro quando se fala em iluminação.
Abaixo vemos o exemplo da lanterna traseira do Volkswagem Jetta e os faróis dianteiros do novíssimo Audi R8, que usa a “meia-luz” de LEDS. Lembrando que os LEDS têm diversas finalidades, além de lanternas e faróis eles podem estar no painel do carro, luz de cortesia, etc…